Um clube de poker no Brasil em 2026 fatura entre R$ 35 mil/mês (clube pequeno com 1-2 mesas) e R$ 600 mil/mês (clube grande com 9+ mesas em capital), com margem líquida típica de 20-35% após custos fixos. Em outras palavras, o que define o faturamento não é o número de mesas, mas a liquidez (jogadores ativos por hora) e o stake médio do clube.
Neste estudo, a equipe da Real Poker — fornecedora oficial do BSOP e do WSOP Circuit Brazil que atende mais de 200 clubes ativos no país — apresenta benchmarks reais de faturamento por porte. Dados extraídos do Pokerweb e da experiência operacional, anonimizados.

| Porte | Mesas | Faturamento bruto | Margem líquida | Investimento abertura | Payback típico |
|---|---|---|---|---|---|
| Pequeno | 1-3 | R$ 35-90 mil | 20-25% | R$ 80-200 mil | 14-24 meses |
| Médio | 4-7 | R$ 100-280 mil | 25-30% | R$ 250-650 mil | 12-20 meses |
| Grande | 8-15 | R$ 300-650 mil | 28-35% | R$ 700 mil-2 mi | 10-18 meses |
| Premium/VIP | 4-8 (alto stake) | R$ 250-500 mil | 30-40% | R$ 500 mil-1,5 mi | 10-16 meses |
Comissão sobre cada pote — geralmente 5% com cap de R$ 30 a R$ 200, dependendo do stake. Em uma mesa NL500 rodando 8h por dia, o rake médio chega a R$ 1.200-2.500 por dia. Com 4 mesas operando, são R$ 144 mil-300 mil/mês só de cash.
Taxa cobrada além do buy-in. Torneio de R$ 200+R$ 30 (R$ 30 = fee do clube) com 60 jogadores rende R$ 1.800 por evento. Clubes médios rodam 3-5 torneios/semana.
Clubes premium cobram R$ 200-1.500/mês de sócios com benefícios (estacionamento, bebida, prioridade em torneio). Receita previsível e ajuda a fidelizar liquidez.
Margem de 60-70% no bar, 30-40% na cozinha. Em clubes grandes, pode chegar a R$ 30-80 mil/mês.
1. Subestimar liquidez. Mesa que abre vazia perde reputação rápido. Melhor 2 mesas cheias que 4 mesas com 50% de ocupação. Construa público antes de escalar mesas.
2. Rake mal dimensionado. Cobrar 5%/cap R$ 50 em mesa NL100 afasta jogador (rake é 50% do BB ganho/perdido). Padrão BR: cap 10-15% do big blind máximo.
3. Equipe enxuta demais. Dealer cansado erra. Erro de dealer = perda de confiança = perda de jogador. Não economize aqui.
Detalhamento médio aplicado em projetos Real Poker:
Para projeto detalhado, ver linha de mesas profissionais Real Poker e o livro "O Negócio Poker", com capítulos completos sobre planejamento financeiro.
Para receber projeção de faturamento personalizada para o seu projeto de clube, fala com nossa consultora (11) 95653-5294 com porte previsto e localização — em até 24h enviamos um modelo financeiro com 3 cenários (conservador, base, otimista).
Entre R$ 35 mil e R$ 90 mil em operação consolidada (após 6-12 meses). Margem líquida típica: 20-25%. Investimento de abertura: R$ 80-200 mil.
Faturamento bruto entre R$ 300 mil e R$ 650 mil/mês para clubes com 8-15 mesas em capital ou cidade grande. Margem líquida: 28-35%, com payback típico de 10-18 meses.
Payback típico: 10-24 meses. Clubes premium e grandes em capital com boa execução pagam em 10-14 meses; clubes pequenos em cidade média podem levar 18-24 meses.
Margem líquida típica: 20-40%. Clubes pequenos: 20-25%. Clubes médios: 25-30%. Clubes grandes/premium bem geridos: 30-40%. Folha e aluguel são os 2 maiores custos.
Sim, com cautela. Mercado brasileiro é o #2 das Américas em volume. Clubes bem geridos têm margem 25-35% e payback < 24 meses. Risco: gestão amadora; concorrência local; falta de liquidez nos primeiros 6 meses.
Resumindo: faturamento de clube de poker no Brasil varia de R$ 35 mil/mês (pequeno) a R$ 650 mil/mês (grande), com margem líquida típica de 25-35% e payback de 10-24 meses. O que define o sucesso é liquidez (jogadores ativos), não número de mesas.
Para conversar sobre o seu projeto, manda mensagem para nossa consultora (11) 97138-0712. A Real Poker já forneceu equipamentos para mais de 200 clubes — sabemos o que funciona e o que mata projeto antes de começar.
Conteúdo desenvolvido pela equipe Real Poker. Fundada em 2014, fornecedora oficial do BSOP e do WSOP Circuit Brazil. Gabriel Castro é fundador e autor do livro "O Negócio Poker" com 11 capítulos sobre gestão financeira de clubes.